Inovar no mundo dos negócios vem, dia a dia, colocando-se como um requisito imprescindível para as corporações – seja em seus produtos, processos ou até modelos de negócio. Tais avanços tecnológicos permitem não só que conceitos pré existentes sejam repensados, mas que a discussão se volte cada vez mais para “o que vamos fazer agora, que mais ninguém fez?”. Seriam as tecnologias emergentes a solução?

Parece algo irrelevante e simples, mas, na verdade, é crucial. Revoluções sempre trazem inovações e sempre temos novas técnicas disponíveis com o passar dos tempos, mas o aspecto mais interessante que temos atualmente é a velocidade com que essas novidades são trazidas ao público. E essa velocidade é ainda maior quando consideramos as tecnologias emergentes. Sem dúvidas, estas são responsáveis por uma parte das transformações no ambiente de negócios.

Se considerarmos principalmente portais de notícias especializados e relatórios divulgados por consultorias, perceberemos que não há um consenso sobre a definição de tais tecnologias. Entretanto, olhando para o meio acadêmico, podemos perceber o conceito de uma forma mais madura. Sintetizando as informações encontradas e definindo tecnologias emergentes da seguinte maneira:

Tecnologias emergentes são aquelas que têm o potencial para criar ou transformar o ambiente de negócios nos próximos 5 a 10 anos e que poderão alcançar grande influência econômica, mas que ainda não se consolidaram. São tecnologias que geralmente já possuem aplicações práticas, despertam grande interesse de empreendedores, corporações e investidores por seu potencial de rápido crescimento e impacto na sociedade e que ainda não foram plenamente exploradas.

 

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Fonte: Liga Ventures


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